segunda-feira, 18 de junho de 2012

A superocupada!!!

Para a mãe superocupada o trabalho é tão importante quanto a família, dedica-se quase que integralmente ao trabalho e ainda quando esta em casa necessita ler algum e-mail ou fazer algum telefonema relacionado ao trabalho. Ser uma mãe superocupada tem vantagens: seus filhos ao acompanharem sua rotina de trabalho aprendem desde cedo a valorizar as suas conquistas e no futuro terá uma boa visão sobre a importância de trabalhar e a busca pelo sucesso na vida. Mas por outro lado tem desvantagens: como não é possível estar em dois lugares ao mesmo tempo, a criança vai sentir a falta da mãe, tendendo a achar que não existe muito espaço na sua vida pra ela. Se você se reconheceu neste perfil, cuidado para não deixar sua família em segundo plano e mostre que, apesar de o trabalho ser importante, os filhos também são. Não é necessário sacrificar uma coisa pra ter outra. As crianças terão esta idade apenas uma vez. Sei que oportunidades também passam, mas são mais fáceis de aparecem novamente e de lutarmos por elas. As crianças, principalmente as pequenas, precisam mais de nós que o trabalho. Não é necessário abandoná-lo só rever as prioridades!! Pense nisso!!!

terça-feira, 12 de junho de 2012

Que tipo de mãe você é?

Fazendo a lição de "recorta e cola" com o meu filho mais novo, me deparei com uma revista que trazia uma reportagem com este título: "Que tipo de mãe você é?" A superprotetora? A desencanada? A controladora? A ocupada? A terceirizadora? E depois de ler a reportagem confesso que acho que somos todas elas. É óbvio que tendemos mais para um perfil que para outro, e em todos os perfis temos vantagens e desvantagens. Durante esta semana vou falar cada dia sobre uma delas.
Pra começar quero falar de uma que não foi elencada pela revista a mãe "tia da escola", parece engraçado né? mas sabe aquela mãe que sempre tem uma brincadeira pronta pra acalmar as crianças, sempre sabe o momento que a criança precisa de água, ir ao banheiro, etc. Além do seu(s) próprio filho(s) ela também faz sucesso com os sobrinhos, com os filhos dos seus amigos, com os coleguinhas dos filhos. A única desvantagem é a mãe "tia da escola" não saber a hora de parar e educar. Mas no geral é uma mãe parceira e cheia de energia e com muito bom humor. Do fundo do coração a mãe que eu gostaria de ser!!!!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Mãe à beira de uma ataque de fúria.....

Quem me conhece sabe o quão coruja e onça eu sou em relação aos meus filhos. Toda aquela sensação que surge nas mulheres de proteção total, em mim ela é multiplicada várias vezes. Mas o pior que esta sensação me traz, e a todas as mães, é que existem certas situações em que estamos de pés e mão atados, mesmo com vontade de dar uns sopapos em quem fez nossos filhos sofrerem a gente nada pode fazer, pelo menos não com a vontade e com toda a "fúria" que temos.
Hoje a minha mais velha chegou da escola contando que um dos colegas de turma de um soco nela, e realmente a pobrezinha ta com a boca machucada. É óbvio que a minha vontade era dar uns tapas no "moleque" e na mãe dele, afinal ela é a minha princesa. Mas... a única coisa que me cabe fazer como mãe zelosa e "equilibrada" é ir até a escola e conversar com a coordenadora e tentar entender porque o menino fez isso, segundo minha filha ele é do tipo problema.
Então, nessas horas é que descobrimos o que é "crescer" e o tal do como "crescer dói", apesar de toda a raiva e de toda pena que senti dela ao me relatar a história não posso fazer mais do que aconselhar que se defenda da próxima vez e ir até a escola, pois o melhor que podemos fazer é ensina-los a se defender porque não estaremos lá todas as vezes que eles precisarem...

domingo, 3 de junho de 2012

Bebês estressados

Seguindo a linha do último post encontrei está matéria que saiu na Revista Crescer em 2008 escrito pela Ana Paula Pontes. Boa leitura!
Bebê pode ficar estressado? Sim. Para se ter uma idéia, o bebê já nasce estressado. Isso porque estava protegido em um ambiente acolhedor e, de repente, se vê completamente dependente dos adultos e em um local diferente. Durante os primeiros meses de vida, tudo o incomoda: as cólicas, a fralda suja, a fome, o frio, o calor... Todas essas situações geram um estresse que, normalmente, aparece em forma de choro ou inquietude. Mas não são somente os desconfortos físicos que provocam as irritações. Luzes fortes, barulho e excesso de estímulo também podem levar às lágrimas. “O estresse dos pais também influencia os filhos. É necessário que eles estejam tranqüilos para poder passar segurança ao bebê”, diz Antonia de Fátima Parente, pediatra especializada em neonatologia, em São Paulo (SP). Isso vale desde a gravidez. Pesquisadores da Universidade de Bristol (Reino Unido) acreditam que o estresse materno pode atravessar a placenta e causar alterações a longo prazo na criança, deixando-a naturalmente mais estressada

sábado, 2 de junho de 2012

Crise dos oito meses...

Esse post é em especial para uma amiga que esta passando por esta fase com seu bebezinho lindo!! É extraído do site: gravidezematernidade.com.br e foi escrito pela Psicóloga Clínica: Luciana Lopez Fescher. Boa leitura!!!
Estudos mostram que no intermédio do primeiro e o quinto mês de idade, a relação apresenta-se através da simbiose, ou seja, destacando o desenvolvimento emocional, em que a criança está unida à mãe em uma matriz única e indistinta – uma completando a outra: suprema perfeição. A mãe reconhece à distância o choro de seu bebê, seja este de fome, frio, ou necessidade de trocar a fralda. Ao passo que o bebê reconhece todas as características de sua mãe. Por volta dos cinco meses, tem início um processo pelo qual a criança começa a perceber, não só o mundo que a rodeia, mas também as pessoas e seus próprios limites corporais. Como exemplo, que mãe já não sorriu ao ver o esforço de seu bebê, tentando alcançar o pezinho, ou explorando os brinquedos em volta do berço? Ele está estreitando contato com o meio ambiente. Toda e qualquer mudança faz parte do desenvolvimento. Por essa razão, foi necessário percorrermos juntos a retrospectiva acima, para alcançarmos a fase em que ocorre o processo de separação e individuação. Essa fase é marcada por uma extrema angústia de separação, na qual a criança passa a fim de obter sua identidade. Aos oito meses, os bebês começam a engatinhar adquirindo progressivamente as habilidades necessárias para separar-se fisicamente de sua mãe. Mas emocionalmente, a angústia aumenta provocando algumas reações no bebê, que podem percorrer desde a falta de apetite até a dificuldade em dormir. Esses obstáculos que o bebê apresenta ao sentir-se sozinho mesmo que sua mãe esteja por perto, recebe como explicação, que este ainda não conseguiu reter a imagem da figura materna internamente, ocasionando angústia ao perceber que esta se afastou. Pois nessa fase, o que sai do campo de visão da criança é entendido como tendo desaparecido. A brincadeira de achar e esconder, utilizando uma fralda, serve de exemplo. Ao cobrir o rosto do bebê, seu campo de visão fica limitado, e este acredita que a pessoa que está brincando com ele, sumiu. Porém, ao retirarmos a fralda, como num passe de mágica, a pessoa volta a existir e ele sorri. Com a maturação, o bebê obtém a constância objetal emocional, e assim pode recorrer a imagem gravada internamente de sua mãe. Um recurso muito utilizado é eleger um objeto que represente o elo da relação mamãe e bebê, com o objetivo de proporcionar à criança o sentimento de segurança., mesmo estando longe da mãe. Por fim, este artigo percorreu algumas fases, tentando ilustrar passagens que deixam sem respostas algumas mães. Se pensarmos que no início, o bebê imaginava-se uno com sua genitora e depois percebe-se sendo alguém diferente dela. A angústia provocada por essa sensação emite sintomas. E é normal a manha, o entristecer, a agitação ou a falta de apetite e dificuldade para dormir, fatores que trazem tanta preocupação aos pais. E ninguém melhor do que você mamãe, para saber o que seu bebê necessita nas horas de sono, alimentação, higiene, lazer entre outras coisas.