quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Mãe à beira de um ataque de fúria..... fim da história

Oi gente, andei meio ausente, não estava bem comigo mesmo, então não poderia passar nada de bom pra ninguém. Agora, a vida anda mais leve, estou mais tranquila e feliz, pois depois de tempos tive novos "curtir" na minha página e resolvi reativa-las. Ao ler uns dos posts o "Mãe à beira de um ataque de fúria..." me lembrei de uma coisa muito inusitada.
Passado quase 6 meses do episódio relatado, o soco que a minha filha levou de um colega de turma, fomos convidados para um aniversário de um amigo da sala dela, diga-se de passagem algo muito comum na vida dos pais. Como era um amigo diferente, cheguei lá sem conhecer todos os pais. Entre refris e salgadinhos, acabei conversando com uma mãe muito simpática e entre tantas conversas sobre a vida escolar deles eu comentei o fato da minha filha ter levado um soco de um colega. Para minha surpresa essa mãe ficou vermelha, se encheu de vergonha e me pediu mil desculpas, pois tinha sido o filho dela o autor do soco. Chamamos as crianças para que confirmassem o fato, ela fez o menino pedir desculpas mais uma vez. Depois me contou que o avô dele tinha falecido na época do episódio, e como ele não estava conseguindo externar a saudade do avô, tornou-se agressivo e encrenqueiro. Contou-me ainda que foi várias vezes na escola por conta do mau comportamento do menino, que eu tinha achado um docinho no começo da festa. 
O que que quero mostrar com este fato é que, toda história tem dois lados, e que precisamos estar atentos a todos os sinais que as crianças demonstram, ele estava, da forma dele, pedindo ajuda, e consegui, uma professora da escola fez com que ele se abrisse e conseguiu contornar a situação.
Óbvio que os dois convivem bem na escola, e no dia da festa também brincaram sem problemas, e como disse no post anterior, me mantive 'equilibrada' e não sai por ai brigando com todo mundo. Ainda bem! Pensa o 'mico' que eu teria pago hehehehe

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Mulheres ou Anjos?

Olá pessoas, desculpem a demora em postar algo novo. 
Hoje, em meio a uns papéis antigos encontrei este texto, que procurando na internet da autoria para Luis Fernando Veríssimo. Como nem tudo na internet é confiável se alguém souber se é verdade ou não me avise por favor. Mas vale a leitura o texto é lindo.

Mulheres

"Certo dia parei para observar as mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas. São espiãs. Espiãs de Deus, disfarçadas entre nós.
Pare para refletir sobre o sexto-sentido.
Alguém duvida de que ele exista?
E como explicar que ela saiba exatamente qual mulher, entre as presentes, em uma reunião, seja aquela que dá em cima de você?
E quando ela antecipa que alguém tem algo contra você, que alguém está ficando doente ou que você quer terminar o relacionamento?
E quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar um casaco? Rio de Janeiro, 40 graus, você vai pegar um avião pra São Paulo. Só meia-hora de vôo. Ela fala pra você levar um casaco, porque "vai fazer frio". Você não leva. O que acontece?
O avião fica preso no tráfego, em terra, por quase duas horas, depois que você já entrou, antes de decolar. O ar condicionado chega a pingar gelo de tanto frio que faz lá dentro!
"Leve um sapato extra na mala, querido. Vai que você pisa numa poça..."
Se você não levar o "sapato extra", meu amigo, leve dinheiro extra para comprar outro. Pois o seu estará, sem dúvida, molhado...
O sexto-sentido não faz sentido!
É a comunicação direta com Deus! Assim é muito fácil... As mulheres são mães!
E preparam, literalmente, gente dentro de si.
Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal?
E não satisfeitas em ensinar a vida elas insistem em ensinar a vivê-la, de forma íntegra, oferecendo amor incondicional e disponibilidade integral.
Fala-se em "praga de mãe", "amor de mãe", "coração de mãe"...
Tudo isso é meio mágico...
Talvez Ele tenha instalado o dispositivo "coração de mãe" nos "anjos da guarda" de Seus filhos (que, aliás, foram criados à Sua imagem e semelhança).
As mulheres choram. Ou vazam? Ou extravazam?
Homens também choram, mas é um choro diferente. As lágrimas das mulheres têm um não sei quê que não quer chorar, um não sei quê de fragilidade, um não sei quê de amor, um não sei quê de tempero divino, que tem um efeito devastador sobre os homens...É choro feminino. É choro de mulher...
Já viram como as mulheres conversam com os olhos?
Elas conseguem pedir uma à outra para mudar de assunto com apenas um olhar.
Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar.
E apontam uma terceira pessoa com outro olhar.
Quantos tipos de olhar existem?
Elas conhecem todos...
Parece que frequentam escolas diferentes das que frequentam os homens!
E é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens.
EN-FEI-TI-ÇAM !
E tem mais! No tocante às profissões, por que se concentram nas áreas de Humanas? Para estudar os homens, é claro! Embora algumas disfarcem e estudem Exatas...
Nem mesmo Freud se arriscou a adentrar nessa seara. Ele, que estudou, como poucos, o comportamento humano, disse que a mulher era "um continente obscuro".
Quer evidência maior do que essa? Qualquer um que ama se aproxima de Deus. E com as mulheres também é assim.
O amor as leva para perto dEle, já que Ele é o próprio amor. Por isso dizem "estar nas nuvens", quando apaixonadas. É sabido que as mulheres confundem sexo e amor. E isso seria uma falha, se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e respeitosa com a própria vida.
Pena que eles nunca verão as mulheres-anjos que têm ao lado. Com todo esse amor de mãe, esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo. Mas elas são anjos depois do sexo-amor. É nessa hora que elas se sentem o próprio amor encarnado e voltam a ser anjos. E levitam. Algumas até voam. Mas os homens não sabem disso. E nem poderiam. Porque são tomados por um encantamento que os faz dormir nessa hora."

segunda-feira, 18 de junho de 2012

A superocupada!!!

Para a mãe superocupada o trabalho é tão importante quanto a família, dedica-se quase que integralmente ao trabalho e ainda quando esta em casa necessita ler algum e-mail ou fazer algum telefonema relacionado ao trabalho. Ser uma mãe superocupada tem vantagens: seus filhos ao acompanharem sua rotina de trabalho aprendem desde cedo a valorizar as suas conquistas e no futuro terá uma boa visão sobre a importância de trabalhar e a busca pelo sucesso na vida. Mas por outro lado tem desvantagens: como não é possível estar em dois lugares ao mesmo tempo, a criança vai sentir a falta da mãe, tendendo a achar que não existe muito espaço na sua vida pra ela. Se você se reconheceu neste perfil, cuidado para não deixar sua família em segundo plano e mostre que, apesar de o trabalho ser importante, os filhos também são. Não é necessário sacrificar uma coisa pra ter outra. As crianças terão esta idade apenas uma vez. Sei que oportunidades também passam, mas são mais fáceis de aparecem novamente e de lutarmos por elas. As crianças, principalmente as pequenas, precisam mais de nós que o trabalho. Não é necessário abandoná-lo só rever as prioridades!! Pense nisso!!!

terça-feira, 12 de junho de 2012

Que tipo de mãe você é?

Fazendo a lição de "recorta e cola" com o meu filho mais novo, me deparei com uma revista que trazia uma reportagem com este título: "Que tipo de mãe você é?" A superprotetora? A desencanada? A controladora? A ocupada? A terceirizadora? E depois de ler a reportagem confesso que acho que somos todas elas. É óbvio que tendemos mais para um perfil que para outro, e em todos os perfis temos vantagens e desvantagens. Durante esta semana vou falar cada dia sobre uma delas.
Pra começar quero falar de uma que não foi elencada pela revista a mãe "tia da escola", parece engraçado né? mas sabe aquela mãe que sempre tem uma brincadeira pronta pra acalmar as crianças, sempre sabe o momento que a criança precisa de água, ir ao banheiro, etc. Além do seu(s) próprio filho(s) ela também faz sucesso com os sobrinhos, com os filhos dos seus amigos, com os coleguinhas dos filhos. A única desvantagem é a mãe "tia da escola" não saber a hora de parar e educar. Mas no geral é uma mãe parceira e cheia de energia e com muito bom humor. Do fundo do coração a mãe que eu gostaria de ser!!!!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Mãe à beira de uma ataque de fúria.....

Quem me conhece sabe o quão coruja e onça eu sou em relação aos meus filhos. Toda aquela sensação que surge nas mulheres de proteção total, em mim ela é multiplicada várias vezes. Mas o pior que esta sensação me traz, e a todas as mães, é que existem certas situações em que estamos de pés e mão atados, mesmo com vontade de dar uns sopapos em quem fez nossos filhos sofrerem a gente nada pode fazer, pelo menos não com a vontade e com toda a "fúria" que temos.
Hoje a minha mais velha chegou da escola contando que um dos colegas de turma de um soco nela, e realmente a pobrezinha ta com a boca machucada. É óbvio que a minha vontade era dar uns tapas no "moleque" e na mãe dele, afinal ela é a minha princesa. Mas... a única coisa que me cabe fazer como mãe zelosa e "equilibrada" é ir até a escola e conversar com a coordenadora e tentar entender porque o menino fez isso, segundo minha filha ele é do tipo problema.
Então, nessas horas é que descobrimos o que é "crescer" e o tal do como "crescer dói", apesar de toda a raiva e de toda pena que senti dela ao me relatar a história não posso fazer mais do que aconselhar que se defenda da próxima vez e ir até a escola, pois o melhor que podemos fazer é ensina-los a se defender porque não estaremos lá todas as vezes que eles precisarem...

domingo, 3 de junho de 2012

Bebês estressados

Seguindo a linha do último post encontrei está matéria que saiu na Revista Crescer em 2008 escrito pela Ana Paula Pontes. Boa leitura!
Bebê pode ficar estressado? Sim. Para se ter uma idéia, o bebê já nasce estressado. Isso porque estava protegido em um ambiente acolhedor e, de repente, se vê completamente dependente dos adultos e em um local diferente. Durante os primeiros meses de vida, tudo o incomoda: as cólicas, a fralda suja, a fome, o frio, o calor... Todas essas situações geram um estresse que, normalmente, aparece em forma de choro ou inquietude. Mas não são somente os desconfortos físicos que provocam as irritações. Luzes fortes, barulho e excesso de estímulo também podem levar às lágrimas. “O estresse dos pais também influencia os filhos. É necessário que eles estejam tranqüilos para poder passar segurança ao bebê”, diz Antonia de Fátima Parente, pediatra especializada em neonatologia, em São Paulo (SP). Isso vale desde a gravidez. Pesquisadores da Universidade de Bristol (Reino Unido) acreditam que o estresse materno pode atravessar a placenta e causar alterações a longo prazo na criança, deixando-a naturalmente mais estressada

sábado, 2 de junho de 2012

Crise dos oito meses...

Esse post é em especial para uma amiga que esta passando por esta fase com seu bebezinho lindo!! É extraído do site: gravidezematernidade.com.br e foi escrito pela Psicóloga Clínica: Luciana Lopez Fescher. Boa leitura!!!
Estudos mostram que no intermédio do primeiro e o quinto mês de idade, a relação apresenta-se através da simbiose, ou seja, destacando o desenvolvimento emocional, em que a criança está unida à mãe em uma matriz única e indistinta – uma completando a outra: suprema perfeição. A mãe reconhece à distância o choro de seu bebê, seja este de fome, frio, ou necessidade de trocar a fralda. Ao passo que o bebê reconhece todas as características de sua mãe. Por volta dos cinco meses, tem início um processo pelo qual a criança começa a perceber, não só o mundo que a rodeia, mas também as pessoas e seus próprios limites corporais. Como exemplo, que mãe já não sorriu ao ver o esforço de seu bebê, tentando alcançar o pezinho, ou explorando os brinquedos em volta do berço? Ele está estreitando contato com o meio ambiente. Toda e qualquer mudança faz parte do desenvolvimento. Por essa razão, foi necessário percorrermos juntos a retrospectiva acima, para alcançarmos a fase em que ocorre o processo de separação e individuação. Essa fase é marcada por uma extrema angústia de separação, na qual a criança passa a fim de obter sua identidade. Aos oito meses, os bebês começam a engatinhar adquirindo progressivamente as habilidades necessárias para separar-se fisicamente de sua mãe. Mas emocionalmente, a angústia aumenta provocando algumas reações no bebê, que podem percorrer desde a falta de apetite até a dificuldade em dormir. Esses obstáculos que o bebê apresenta ao sentir-se sozinho mesmo que sua mãe esteja por perto, recebe como explicação, que este ainda não conseguiu reter a imagem da figura materna internamente, ocasionando angústia ao perceber que esta se afastou. Pois nessa fase, o que sai do campo de visão da criança é entendido como tendo desaparecido. A brincadeira de achar e esconder, utilizando uma fralda, serve de exemplo. Ao cobrir o rosto do bebê, seu campo de visão fica limitado, e este acredita que a pessoa que está brincando com ele, sumiu. Porém, ao retirarmos a fralda, como num passe de mágica, a pessoa volta a existir e ele sorri. Com a maturação, o bebê obtém a constância objetal emocional, e assim pode recorrer a imagem gravada internamente de sua mãe. Um recurso muito utilizado é eleger um objeto que represente o elo da relação mamãe e bebê, com o objetivo de proporcionar à criança o sentimento de segurança., mesmo estando longe da mãe. Por fim, este artigo percorreu algumas fases, tentando ilustrar passagens que deixam sem respostas algumas mães. Se pensarmos que no início, o bebê imaginava-se uno com sua genitora e depois percebe-se sendo alguém diferente dela. A angústia provocada por essa sensação emite sintomas. E é normal a manha, o entristecer, a agitação ou a falta de apetite e dificuldade para dormir, fatores que trazem tanta preocupação aos pais. E ninguém melhor do que você mamãe, para saber o que seu bebê necessita nas horas de sono, alimentação, higiene, lazer entre outras coisas.